segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
A arte de esperançar
Somos pessoas. Cheias de tudo: do que se é, do que não se é. Cheias de histórias, de vida, experiências. Cheias de confusão. Sistemas, órgãos, tecidos e células. Uma alma cabe também. Vem com ela o sentimento, pensamento e um pouco de opinião. Talvez um poder de escolha se desenvolva em nós com o tempo. Sejam elas erradas ou certas nos mantem em um caminho ou em vários. Nos enchemos com o tempo uns com os outros. Um pedaço vai, outro vem, outros nunca se tiram e outros sempre se esvaem. Palavras e imaginação por vezes sobram, na maioria das vezes faltam. E o nada brinca no seu lugar. Um momento aperta um coração bobo, outro relaxa uma mente acelerada. Será que é muito difícil olhar nos olhos de alguém e se reconhecer? Afinal, somos. Um nós deve existir em algum lugar.
sábado, 14 de dezembro de 2013
Aquela vontade esquisita de escrever qualquer coisa numa tarde qualquer
Sigo sendo
como letra no papel
como papel em branco de mim.
Escrevo porque sou
sou porque escrevo
e a palavra ganha vida
se torna quem ela cativa.
Faz mudar um pouco do que conhecemos
faz o certo ser duvidoso
faz o sentimento pular no papel de outro.
Mistura os acentos, as vírgulas e os pontos
tornando o final apenas um meio.
Onde um texto termina
começa outra pessoa sendo
as palavras num papel amassado
cheio de marcas do passado
cheio de vida por dentro.
Iiiii... Os pingos dos "i"s pulam
e saltitam entre desejos
me pego sonhando
desejando apenas um enredo.
como letra no papel
como papel em branco de mim.
Escrevo porque sou
sou porque escrevo
e a palavra ganha vida
se torna quem ela cativa.
Faz mudar um pouco do que conhecemos
faz o certo ser duvidoso
faz o sentimento pular no papel de outro.
Mistura os acentos, as vírgulas e os pontos
tornando o final apenas um meio.
Onde um texto termina
começa outra pessoa sendo
as palavras num papel amassado
cheio de marcas do passado
cheio de vida por dentro.
Iiiii... Os pingos dos "i"s pulam
e saltitam entre desejos
me pego sonhando
desejando apenas um enredo.
domingo, 8 de dezembro de 2013
Quem não se pode ser, pq?
Não quero conhecer você
porque já entendi o suficiente
muito menos manter uma conversa de um minuto
porque o silêncio é o melhor guia.
São desejos falando mais alto
são conexões que vão além de códigos
É mais de sentimento
é mais de toque
é mais disso
Que me torna uma drunk
uma joker
Piadista dos meus próprios medos
Stop talking
take me
That's it, all we need.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
O que o coração suplica
Inesperado, juntinho, natural
vida por ela e por si só
sonhar, planejar?
seguir fora da rotina.
Natural, juntinho, inesperado
por mim, por você só
vento que me leva
que me faz.
Mudar é essencial
Permanecer soa mais vital.
Guerreando entre esses mundos
o equilíbrio levanta a bandeira da paz.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
O encontro
Sou dessas
a vida e seus ares
de leve vou.
Caminho
sigo o seu
me perco no meu.
Uma sombra
Daydream.
domingo, 6 de outubro de 2013
Coração enganoso
Coração enganoso
aquele que vê e pensa sentir
aquele que sente mas não pode alcançar
doce vida com desejo de partir
Mesmo assim ele bateu a porta e deixei entrar.
Foi assim tão pequeno
num gesto tão tenro
um coração pobre pode voltar
pro afago desse cuidado
da porta da casa
ele pode passar
Um anjo
com fome tão grande
de atenção o bastante
me fez despertar
Que o mundo mesmo tão grande
numa vida distante
a sinceridade eu pude enxergar
que o coração sendo enganoso
posso errar
e ainda assim
o perdão encontrar.
e ainda assim
o perdão encontrar.
sábado, 28 de setembro de 2013
Marcas
O lugar que pertencemos
distante, surreal
intocável
Por dentro um acorde toca e nos chama
é a batida que nos guia
distante, surreal
agora um pouco mais próximo
são os olhares perdidos se encontrando
Marcas de um mundo que nos aceitam como somos
um dentro do outro
seguindo a batida que nos une
Distante, surreal
agora em uníssono
O lugar que pertencemos nos convida
Fechar os olhos e se deixar levar
pelo o que realmente importa.
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