Aquela mania esquisita de me convencer que os olhos de outras pessoas nunca estão atentos para minha pessoa.
Aquela mania esquisita de me sentir inferior a certas pessoas, perco a fala, fico sem graça, não consigo deixar eu ser por completo.
Aquela velha mania esquisita de saber que me sentiria bem com certas pessoas ao meu redor,
mas porque os nossos cotidianos não nos juntam eu simplesmente me saboto da presença essencial dos que seriam amigos.
Aquela mania estranha de me olhar no espelho e ver duas de mim, uma que admiro e a que odeio e teimar que a figura odiosa se sobressai para terceiros.
E aquela nova mania esquisita, me convencer que não temos nada a ver um com outro e esse sentimento vai sumir da mesma forma como surgiu, do nada.
É a nova mania reforçando a antiga
É a antiga influenciando na nova
e o ser no meio disso tudo
se anula ou se renova.